A Toca do Clayton


15/08/2006


Por que você não disse que viria?
Logo agora que eu tinha
Me curado das feridas
Que você abriu quando se foi
Por que chegou sem avisar?
Eu queria tempo pra me preparar
Com a roupa limpa, a casa em ordem
E um sorriso falso pra enganar

Eu não entendo a sua volta
Eu não entendo a sua indecisão
Num dia sou o seu grande amor
No outro dia não, não, não

Por que a surpresa da sua volta?
Justo quando eu tento vida nova
Você vem pra perguntar
Se tudo que eu sentia acabou
Você até parece um vício
Que largar é quase impossível
Exige muito sacrifício
E quando eu me considerava limpo
Vem você pra me oferecer mais
Vem você pra me oferecer mais,mais, mais!

Eu não entendo a sua volta
Eu não entendo a sua indecisão
Num dia sou o seu grande amor
no outro dia não...

 

* Mesmo no meio de tanta gente, foi impossível não reconhecer aquele sorriso, o brilho nos olhos e a voz suave. Impressionante como mesmo após cinco anos, nada mudou. Até o perfume continua o mesmo.

Escrito por Clayton Rock às 00h16
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20/07/2006


O Passado voltou rasgando, pra me bombardear...

 

Foi preciso 22 anos para perceber o quão refém do tempo as pessoas são. Quando menos se espera, coisas que havíamos deixado para trás, num passado bem distante, reaparecem em nosso atual momento e faz com que percebamos que por mais que tentemos esquecer, algumas coisas elas sempre estarão presentes em nossas vidas, esperando apenas algum sinal para nos conectar imediatamente àquilo que achávamos estar esquecido.

Na maioria das vezes lutamos contra nós mesmos querendo acabar aquilo que não tem fim, e como dizem por aí, uma mentira é repetida até virar verdade, porém, dificilmente alguém se policia para não se esbarrar com os sinais do tempo. Ele sempre estará ali, ao seu lado esperando você baixar a guarda para te bombardear e fazer sua vida passar como um filme diante de seus olhos.

O que fazer nesse caso? Não sei!

Muito provavelmente não exista nada a ser feito, seremos sempre escravos do tempo, por mais que fujamos de nossos sentimentos, sufocando-os, lutando contra nós mesmos, ele sempre estará ali, esperando o momento certo de reaparecer no seu caminho...

E a gente vive assim: Sempre acabando o que não tem fim...

 

 

Eu sei que nós dois éramos bons amigos
Vc conhecia meus medos escondidos
Eu guardava segredos proibidos
Estávamos ligados, comprometidos

Algumas vezes menti pra te proteger
Vc me fez fugir quando o melhor era mesmo correr
Eu fazia vc sorrir na hora exata de chorar
Vc me ensinou a pedir quando eu insistia em mandar

Agora vc tem novos amigos
Normal que um dia isso fosse acontecer
Só não me faça te odiar
Não me peça para esquecer
Não espere que eu seja igual à vc
Igual a vc

 

 

*Àquela a quem eu desejo muitas felicidades em gratidão àquelas muitas que soube me dar..

Escrito por Clayton Rock às 01h58
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16/06/2006


“Socorro não estou sentindo nada!!” Já disse uma vez o sábio Arnaldo Antunes em uma de suas mais famosas canções. Mas se ele sentia que não estava sentindo nada, isso não queria dizer que de alguma forma ele sentia algo?

Às vezes nos encontramos em situações em que as coisas ao nosso redor parecem não fazer sentido algum e talvez isso faça com que sobre uma certa falta de sentimentos e a vida se torne um tanto “chocha”.

O excesso de sensações (ou sentimentos) também pode ser desastroso quando nos esquecemos de dosar tais quantidades, (se é que isso pode ser mensurável a ponto de obtermos a “quantidade ideal” de sentimentos), porém nunca sabemos quando devemos parar ou aumentar a intensidade dessas sensações por algo, alguém ou por nós mesmos.

Provavelmente, muitos irão dizer que a melhor coisa a se fazer é deixar a vida nos levar e esperar para ver o final de camarote, mas,... se nem toda história tem um final feliz, porque não trabalhar para que o mesmo assim seja?Que possamos todos uma hora parar, olhar todo o making of e rir dos “erros de gravação”, corrigir aquele detalhezinho e trilhar o melhor roteiro de vida?

Certamente, seria fácil demais e a essência de tudo seria colocada em jogo, pois se soubéssemos o final, a graça acabaria.

Portanto, a falta de sentimentos existente em certos momentos de nossa vida, serve justamente para observarmos que falta algo para continuarmos a trilhar nossos caminhos, e devemos ir atrás dessas ausências para enfim entender que aquela pessoa que te ajudava a escrever o roteiro e dizia que nada iria mudar entre vocês, quando saiu de cena, o fez por achar que já era hora de dirigir seu próprio roteiro e chegar ao seu próprio final.

O Final dessa história? Bom... é hora do Break...

 

Corta..

 

 

*àquela que só me fez mudar, mas depois mudou de mim...

Escrito por Clayton Rock às 00h09
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13/04/2006


"Surgiram diante de mim novas, indiretas e complexas relações, novas possibilidades de amor e de vida,

que me levaram a pensar nas mil almas do 'Tratado do Lobo da Estepe'."

(O Lobo da Estepe - Herman Hesse)

"Todo homem é lobo por dentro" "Toda sociedade se constrói com homens, lobos e livros"

Escrito por Clayton Rock às 00h57
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30/03/2006


No nosso peito bate um alvo muito fácil...

 

Quando menos se espera... Os dispostos também se distraem e sem querer acabam atraídos...

A vida é um ciclo, quando algo termina outro começa...Os Deuses dão as cartas, o resto é com vocês...

O Grande problema é quando em meio ao jogo, percebe-se que nem tudo é como um jogo de palavras cruzadas onde tudo se encaixa...

 

O que será que ela quis dizer? Cinco letras, começando pela letra A_ _ _ _ !!!

 

Outros Tempos

(Humberto Gessinger)

 

quando te vi
tive a impressão de que não era a primeira vez
quando te vi
tive certeza de que não seria a última vez
não, não seria a última vez

?quem vem lá? quem será?
que passa como um filme
na fumaça de um bar
?quem vem lá? quem será?
que vai me salvar a vida outra vez
vai fazer de novo o que nunca fez

os tempos são outros
os erros, os mesmos
me diz como é que eu faço
me diz como é que eu posso
te encontrar mais uma vez

os tempos são outros
os erros, os mesmos
me diz como é que eu faço
me diz como é que eu posso
te encontrar
mais uma vez pela primeira vez..

Escrito por Clayton Rock às 00h36
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07/03/2006


Odeio...

 

Odeio coisas ditas da boca pra fora;

Odeio Orgulho, mesmo quando vindo de um ego ferido;

Odeio mentira e falsidade;

Odeio omissões;

Odeio quem tem medo da verdade;

Odeio silêncios forçados;

Odeio Cachorro grande;

Odeio quem gosta de aparecer mais que eu;

Odeio desenho técnico;

Odeio a saudade;

Odeio a distancia;

Odeio a frieza sem motivo;

Odeio a tristeza;

Odeio dormir com os pés frios;

Odeio cinismo;

Odeio quem magoa os outros;

Odeio ciúme;

Às vezes me odeio;

Odeio peixe ou qualquer outro fruto do mar;

Odeio quando pipocam;

Odeio quando escondem as coisas de mim;

Odeio ouvir “Nadas”

Odeio vizinhos que me acordam ouvindo Transcontinental;

Odeio ouvir certas musicas que antes adorava;

Odeio o Curintias;

Odeio Cigarro;

Odeio muros e grades que dividem as pessoas;

Odeio quando meu time perde;

Odeio ver o tempo passar e nada fazer;

Odeio olhar certas coisas e pensar que tudo possa ter sido em vão...

Odeio quando não tem danone na geladeira;

Odeio chuva aos finais de semana ou quando estou feliz;

Odeio a falta de sorriso das pessoas;

Odeio o cinza;

Odeio o Orkut;

Odeio o Gil Lopes;

Odeio fingir que te odeio;

Odeio a superficialidade;

Pois é...

 

Odeio toda essa ausência...

Escrito por Clayton Rock às 01h18
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12/02/2006


Quando ouvi o ultimo Cd do Los Hermanos (QUANTRO) pela primeira vez, logo de cara, já odiei.

Um ar totalmente depressivo envolve esse novo trabalho dos barbudos, então me perguntei onde estava todo aquele “ar iluminado” contido no Ventura???

Mas diante todo esse ar deprimente, uma música havia me chamado muito a atenção, POIS É, não que ela seja mais alegre que as outras, porem, nos passa um ar de calmaria diante de uma determinada situação, digamos que comum na vida de muita gente...

Na ultima sexta feira, vi pela primeira vez o show da nova turnê dos caras, me surpreendi e confesso que quando começaram os primeiros acordes da bendita musica supra citada, um filme passou diante de mim, passei o final de semana com o novo álbum na cabeça e quando cheguei em casa após a viagem, a primeira coisa foi colocar o cd na vitrola e até agora não consegui tirá-lo. Acho que estou, me adaptando, como muitos me disseram quando ouviam minhas criticas...

 

POIS É...

 (Marcelo Camelo)

 

Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver

Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei, mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar...

Escrito por Clayton Rock às 00h53
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29/01/2006


Eu me sinto um estrangeiro...Passageiro de algum de trem...

 

É assim como me sinto quando me encontro no meio de certas situações, não consigo ser como a grande maioria e ficar com alguém apenas por estar, não consigo ser falso e, infelizmente, por esse motivo acabo magoando algumas pessoas facilmente.

Como diria uma certa Ana ou Carolina, “eu não vou gostar de você porque sua cara é bonita, o amor é mais que isso”.

Gostar de alguém e estar junto dessa pessoa não se resume apenas a um rostinho bonito ou um corpo escultural, vai muito mais alem disso. É preciso que haja a sintonia não apenas do corpo, mas sim da alma e dos corações, e particularmente é à parte que eu mais interessante quando existem os flertes, a troca de idéias em comum, e muitas vezes não é preciso nem das palavras para se perceber essa sintonia, basta observar os gestos, os movimentos do corpo e da alma, (sim, o corpo fala...).

Se eu perceber que todos essas características citadas acima estão acontecendo, corro o grande risco de me apegar rapidamente e não vou hesitar em me jogar da pedra mais alta e aproveitar o momento diante dessa pessoa, tudo ao seu tempo dirão...Concordarei, afinal, se o mundo anda tão depressa, eu não tenho pressa...Chego atrasado...

Escrito por Clayton Rock às 14h40
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19/12/2005


Mais um ano que chega ao seu final e com ele a necessidade de olhar para trás e fazer um balanço de tudo aquilo pela qual passamos durante esses 365 dias. Desde muito tempo não sou fã dessa historia de fazer milhares de planos para o ciclo seguinte, dentre os quais poucos, mas muito poucos mesmo conseguiremos cumprir. 2005 foi uma época, digamos, de surpresas, foi o ano em que as coisas mais inesperadas vieram a acontecer comigo. Pessoas que entraram, pessoas que saíram, um ano no emprego novo, amizades antigas que por força maior acabaram ficando para trás dando lugar às novas, meu time sendo tri campeão do Mundo, o mundo Oriental se fazendo presente mais uma vez e dessa vez trazendo emoções TRIplicadas. Enfim, não acredito muito que o acaso exista, portanto todas essas coisas pela qual passei tiveram um propósito fundamental e a partir disso entramos e saímos de diferentes fases e ciclos da vida (é o ciclo sem fim, que nos guiará.)

Nunca me senti tão disposto a me jogar de cima dos Abismos, em busca do incerto, como fiz nesses últimos seis meses do ano. Me apaixonei pelo mundo obscuro que encontra-se atrás da porta no fim do corredor, cada dia passado fez valer mais a ainda a velha frase do Grande Sartre, que com suas sábias palavras disse que a duvida era o preço a ser pago pela pureza.

Mas como todo bom ser humano, algumas coisas precisam ser revistas, trabalhar em cima dos erros e pendências do ano anterior e por fim encerrar o mesmo com a única certeza de que...

 

O Ultimo dia de dezembro é sempre igual ao primeiro de janeiro...

 

Fechado pra Balanço...

Escrito por Clayton Rock às 18h46
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25/11/2005


Feche os Olhos tome ar...É hora do mergulho...

 

A má Constancia da vida nos coloca muitas vezes diante de situações desafiadoras para sabermos o quão nossos pés estão firmes no chão. A partir daí pode-se perceber que a “certeza” é algo que talvez não exista, caso contrário, jamais seriamos pegos “desprevenido” em tais situações citadas acima.

 Às vezes em uma fração de segundos, podemos ver passar diante de nossos olhos tudo aquilo na qual um dia nos entregamos por inteiro, vivendo cada segundo sem pensar em mais nada e quando abrimos o olho novamente percebemos que estamos de volta à vida real. O Castelo dos destinos que se cruzam no tempo, parece então desmoronar diante de você e a única coisa que lhe sobra são escombros, mas em meio a tudo isso sempre existe aquele momento em que conseguimos olhar para trás e rever tudo com mais calma, saber recolocar cada coisa em seu lugar, precisando muitas vezes daquele velho empurrãozinho amigo sempre presente. Certa vez ouvi que todos somos formados por diversos personagens que, com o passar do tempo, vão surgindo de dentro de nós,  em diferentes etapas da vida, e em uma dessas etapas aprendemos que, da mesma forma como nascem, esses personagens podem também desaparecer, muitas vezes como uma estrela, que minutos antes de se apagar, mostra o seu brilho mais intenso, caindo em seguida na imensidão do universo, dando lugar para novos astros.

E assim tem sido a vida, uma hora você nasce, cresce, volta a ser criança e a partir do momento em que se apaga, ou em que o pano cai, é hora de juntar as coisas, fechar os olhos e se jogar em mais um mergulho...

 

E agora a beleza da contradição (também precisamos ser contra a capa):

 

Não é Sempre (Humberto Gessinger)

 

Às vezes parece que eu não tenho medo
Às vezes parece que eu não tenho dúvidas
Às vezes parece que eu não tenho...
.. Nenhuma razão pra chorar

 Às vezes parece que eu tenho muito medo
Às vezes parece que eu só tenho dúvidas
Às vezes parece que eu não tenho...
.. Nenhuma chance de escapar

 

Acontece que eu não nasci ontem
(Até hoje sempre escapei com vida)
Pra quem duvida de tudo que eu faço
Eu faço questão de provar:
"Olhe pra mim.. enquanto... desapareço no ar"

Não queira estar no meu lugar
Não queira estar em lugar nenhum

Às vezes de bem com a vida, às vezes de mau humor
Às vezes sem saída, às vezes seja onde for
Não é sempre, não é sempre
Como tudo na vida... nunca é sempre

Aqui onde ninguém nos vê; ali, no rádio, na tv

A gente vive assim: sabendo de tudo sem saber porque

Eu só 'tô começando e já cheguei ao fim
A gente vive assim: sempre acabando o que não tem fim


Querendo o que não tem

Fim

* Ao homem só, seja ele quem for e onde estiver...pois sabe viver com sua própria circunstância... 

* Sinceros agradecimentos a você que mesmo distante ajudou na faxina. “Só até sempre...”

Escrito por Clayton Rock às 19h19
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10/11/2005


Historias do Lotação

 

Ela como sempre estava em seu canto concentrada em sua leitura diária, não pode deixar de percebe-lo entrar com seu jeito desastrado e apressado desabando sobre o banco na hora de sentar-se. Ele por sua vez, trazia consigo o inseparável diskman que tocava uma velha canção vinda dos pampas sulistas, antes de sentar observou o ambiente, mas naquele dia alguma coisa levou seu olhar até o canto mais escondido do coletivo.

A cena que se repetia com certa freqüência, um dia teve um diferencial: a garota não mais estava no seu habitual canto, o garoto então se sentou e ao faze-lo ouviu seu nome ecoar de forma baixa e tímida. Admirado virou-se e pode perceber que alguém lhe estendia uma mão e nela encontrava-se sua carteirinha escolar. Meio sem graça ele agradeceu a garota e pegou seu documento... Eram verdes...Sim, aqueles olhos que liam o livro eram verdes...

Naquele dia o telefone tocou...

Escrito por Clayton Rock às 23h18
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02/11/2005


 

A busca por novos horizontes faz-se necessária na vida de qualquer ser humano quando o mesmo percebe que precisa dar um rumo diferente ao meio em que vive. Para isso, porém, decisões precisam ser tomadas, colocar pra fora tudo o que for preciso. Não guardar pra si aquilo que deve ser dito. É fechar os olhos e se atirar de cima da pedra mais alta, sangrar o quanto for preciso...

 

No Táxi que me trouxe até aqui, Humberto Gessinger me dava razão....

 

NOVOS HORIZONTES

(Humberto Gessinger)

 

Corpos em movimento
universo em expansão
o apartamento que era tão pequeno
não acaba mais
vamos dar um tempo
não sei quem deu a sugestão
aquele sentimento que era passageiro
não acaba mais
quero explodir as grades
e voar
não tenho pra onde ir
não quero ficar
novos horizontes
se não for isso, o que será?
Quem constrói a ponte
não conhece o lado de lá
quero explodir as grades
e voar
não tenho pra onde ir
mas não quero ficar
suspender a queda livre
libertar
o que não tem fim sempre acaba assim

 

* À todos aqueles que precisam se encontrar e definir o que fazer com o futuro que está na palma da mão....

Escrito por Clayton Rock às 23h59
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27/10/2005


Às vezes eu não entendo o que você quer dizer quando fica calada...

Ás vezes eu não entendo onde você quer chegar quando fica parado...

 

Durante esses vinte e um anos de existência, sempre estive rodeado de coisas das quais jamais consegui entender. É certo que coisas que antes pareciam totalmente inexplicáveis, hoje se mostram tão simples quanto o pedalar de uma bicicleta, entretanto ainda nos deparamos com situações ou fatos que por mais que tentemos não conseguimos achar a tal explicação, parece que por mais velhos que ficamos, menos entendemos certas coisas da vida (Ah são coisas da vida, que a gente olha e não sabe se vai ou se fica)...

Um olhar, um sorriso, os movimentos do corpo às vezes querem dizer muita coisa, mas nem sempre conseguimos decifra-los, (nos decifrar).

Então o que fazer quando já não existe tal sintonia com si mesmo, ou com o mundo que o envolve? A maneira mais (fácil??) é a de viver a sua maneira, sem medo de ser feliz e acima de tudo PERMITINDO-SE e sendo sincero com você mesmo e com as pessoas diretamente ligadas a você...

A propósito, você se permitindo o suficiente?

Escrito por Clayton Rock às 01h13
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16/10/2005


Acredito que todos na vida já tenham passado, nem que seja por um milésimo de segundo, por aquela sensação de expectativa.

Aquela que te faz se sentir totalmente cego sobre o dia de amanha, sem saber em que pode resultar, tudo aquilo que estamos a fazer hoje. Aquele frio na barriga diante de um momento de decisão, na qual, qualquer ação ou atitude a ser tomada possa resultar em fatos totalmente desconhecidos para você (ou talvez não!!).

Há muitos que dizem que essa sensação é uma das mais gostosas na vida do ser humano, diga-se de passagem, principalmente quando a expectativa cria situações que te fazem sentir bem, se sentir vivo...

Aquele que nunca se sentiu assim, por favor, atire a primeira pedra...

 

“A Duvida é o preço que se paga pela pureza e é Inútil ter certeza” (Jean Paul Sartre)

Escrito por Clayton Rock às 01h43
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04/10/2005


Um certo quatro de Outubro.

 

O dia Quatro de Outubro foi marcado ao longo da historia, por acontecimentos de suma importância em vários lugares do mundo e que viriam a ficar para sempre na historia da humanidade.

Por exemplo, ao quarto dia do mês de outubro do ano de 1980, a Bélgica conseguia se tornar independente da Holanda, já no ano de 1957 o Sputnik-1, primeiro satélite artificial da Terra era lançado ao espaço pela antiga União Soviética. Em 1970 o mundo do rock tinha uma de suas maiores baixas, a cantora Janis Joplin fora encontrada morta após uma overdose de Drogas. Porem, em 1984, essa dia viria a ser motivo de grande alegria em 2 lugares distintos do planeta: Em Cuba era inaugurado o Instituto de Filosofia de La Habana, e horas depois, mais precisamente as 21h45m, na pacata Guarulhos- São Paulo- Brasil, Dona Maria de Fátima dava a luz a uma belíssima criança, que futuramente (após algumas brigas conjugais) viria a se chamar Clayton.

Hoje, vinte e um anos depois, ao invés de se sentir mais velho, sente-se cada vez mais renovado e com um brilho cada vez mais forte em decorrência da grande quantidade de amigos reais que juntou em cada curva dessa Infinita Highway...

 

Aliás, todos estão convidados para a comemoração dessa data tão importante na historia da humanidade:

 

Onde: Coppola Music – Rua Girassol 323, Vila Madalena.

Quando: 09/10/2005 – 19:00h

Quanto: R$ 15,00

Grande Show com a Trupe do Teatro Mágico.

Escrito por Clayton Rock às 01h06
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